Facçâo promove ameacas contra campanha eleitoral em Quixelô Ceará


 Pelo menos três pessoas são investigadas por suspeita de praticar extorsão, ameaças, intimidação e violência contra pessoas ligadas à campanha eleitoral em Quixelô, no interior do Ceará. Entre os episódios investigados estão disparos de arma de fogo contra o carro de um apoiador político, envio de mensagens com ameaças, cobrança de dinheiro e retirada de material de campanha.

Segundo a Polícia Civil, os suspeitos têm ligação com o Comando Vermelho. Dois homens foram presos e um adolescente foi identificado nas investigações. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

Os casos ocorreram durante o mês de setembro e são investigados como parte de uma possível tentativa de interferência da facção criminosa na campanha eleitoral do município, que fica a 304 quilômetros de Fortaleza.

Tiros contra carro


Na terça-feira (15), uma dupla em uma motocicleta chegou a uma via pública e efetuou disparos contra o carro de um morador que atua na campanha política em Quixelô.

Um homem de 20 anos e um adolescente foram identificados como suspeitos de participação na ação.

O homem apontado como condutor da motocicleta foi detido em Quixelô e levado para a Delegacia de Polícia Civil de Iguatu, onde permaneceu preso.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), ele é suspeito de disparo de arma de fogo, corrupção de menores e integração a organização criminosa. Uma motocicleta, um celular e peças de vestuário foram apreendidos.

Justiça autoriza transferência para Fortaleza de advogado preso por envolvimento com facção

FOTO MERAMENTE ILUSTRATIVA 

 O advogado Alaor Patrício Júnior, que já chegou a ser preso três vezes em menos de dois anos, no Ceará, por envolvimento com o tráfico de drogas e com o Comando Vermelho (CV), será transferido do sistema prisional de Florianópolis para Fortaleza. Embora esteja preso em Santa Catarina, ele responde por participação em um homicídio na Capital.

A decisão que determina a transferência data do último dia 27 de agosto. De acordo com o despacho, o Juízo da Vara de Execuções Penais de Santa Catarina diz não ter capacidade técnica, estrutural e operacional para garantir a participação virtual do preso na sessão do Tribunal do Júri sobre o caso.

Também foi relatado pelo Juízo a dificuldade de reservar as salas e equipamentos do Fórum de Florianópolis devido ao uso frequente da estrutura para audiências de custódia e de instrução. Além disso, foram pontuadas as exigências complexas de escolta, custódia, segurança, alimentação e garantia de comunicação reservada e prolongada entre o acusado e a defesa.

Diante dos entraves, e da demora para julgar o caso, que aconteceu em 2023, a Justiça do Ceará achou melhor recambiar o advogado para garantir que ele participe presencialmente de seu julgamento na 5ª Vara do Júri de Fortaleza. No entanto, nem a transferência e nem o júri têm ainda data para ocorrer.

À reportagem, a defesa do advogado informou que não gostaria que o recambiamento acontecesse, uma vez que o réu é natural de Santa Catarina. "Mas a unidade de Florianópolis alegou não ter estrutura suficiente para realizar a sessão do júri por videoconferência, então, é a única saída para ocorrer [o julgamento]", comentou a advogada Maria Cristina Patrício, irmã de Alaor.

"O crime que versa sobre ele é sem violência e grave ameaça, então, a gente acredita que, no júri, será resolvido tudo, e a inocência demonstrada. Por isso, queremos que aconteça a sessão o mais rápido possível, pois já está demorando muito, além do previsto", acrescentou a defensora particular.

FONTE: DIARIO DO NORDESTE 

Eleições: facções teriam proibido bandeiras e adesivos em bairros de Sobral

Imagen ilustrativa 

 Sobral, na Região Norte do Ceará, é mais um município do Estado onde facções criminosas têm buscado interferir na campanha eleitoral deste ano. O caso é investigado pela Polícia Civil do Ceará (PC-CE) e pelo Ministério Público Estadual (MPCE). Siga o canal de Segurança Pública do O POVO no WhatsAppO POVO obteve relatos que indicam que as ameaças ocorrem desde, pelo menos, agosto. A reportagem apurou que diversas lideranças comunitárias foram procuradas por faccionados e "avisadas" de que não poderiam fazer campanha sem a "autorização" dos criminosos que agem nas regiões. Carreatas e bandeiraços estariam entre as proibições impostas. A menção aos candidatos estaria vetada até mesmo no uso de adesivos em imóveis e veículos. O POVO também apurou que membros de facções chegaram a abordar moradores determinando a retirada da propaganda, além de promover rasuras nas imagens. 

 Outro procedimento coercitivo registrado diz respeito ao envio de mensagens por aplicativos e redes sociais. Números — quase sempre com o DDD 21, do Rio de Janeiro — entraram em contato com conhecidos cabos eleitorais advertindo-os para não realizar atos políticos nos territórios. 

 Outro relato obtido pela reportagem aponta que poucos eventos de campanha vêm sendo registrados neste ano em Sobral. Uma fonte, de identidade preservada, afirma que os atos estão concentradas nas áreas centrais da cidade. Leia mais em: https://www.opovo.com.br/noticias/seguranca-publica/2026/09/13/eleicoes-faccoes-teriam-proibido-bandeiras-e-adesivos-em-bairros-de-sobral.html 

Violência doméstica e relação com o CV: o que está por trás da morte de zelador em prédio no Benfica

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iúmes, agressões, ameaças de massacre e relação com facção criminosa. As circunstâncias do assassinato de Francisco Márcio Guilherme Cordeiro, zelador de um condomínio residencial no Benfica, em Fortaleza, vão muito além de um simples desentendimento por vaga de garagem e revelam um emaranhado de outros crimes graves que precederam o que foi registrado na manhã do último 2 de abril.

Lucas Cordeiro Aguiar, de 23 anos, conhecido como 'LC Playboy', acusado de ser um dos coautores do homicídio, foi pronunciado nessa terça-feira (8) e será levado ao Tribunal do Júri para responder pelo assassinato, que tem as qualificadoras de "motivo torpe" e "recurso que dificultou a defesa da vítima". A data, porém, ainda não foi definida.

O Diário do Nordeste procurou a defesa do acusado mas não teve retorno até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto para futuras manifestações.

A decisão do Judiciário considerou a materialidade do delito, comprovada pelo laudo cadavérico do zelador, e a suficiência de indícios de participação nos fatos investigados.

Casal denunciado por morte de PM carbonizado agora é réu na Justiça do Ceará

 

A Justiça do Ceará aceitou a denúncia do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) que acusa a policial militar Júlia Natália Girão Gomes e o marido dela, Antoneudo Ribeiro Lima Júnior, pela morte do soldado da Polícia Militar Raphael Sampaio da Silva.

Com isso, Júlia e Antoneudo passam a ficar na condição de réus no Judiciário. A dupla segue presa e agora deve apresentar sua defesa em juízo. A reportagem entrou em contato com o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) a fim de saber mais informações sobre o caso, mas não teve resposta.

Por nota, o TJCE informou que "a Justiça do Ceará aceitou a denúncia em desfavor de Júlia Natália Girão Gomes e Antoneudo Ribeiro Lima Júnior, tornando-os réus, nessa terça-feira (1º). O processo tramita em segredo de justiça, com acesso restrito às partes e advogados. Por esse motivo, não podem ser repassadas mais informações".


Walmir Medeiros, coronel e responsável pela defesa da policial militar Júlia, disse que os acusados devem ser citados pessoalmente: "Agora, teremos dez dias para apresentar as testemunhas. Não vamos entrar nas questões de fato. Vamos pedir perícia e, ao final, vamos provar que não é isso que está no inquérito", disse.


FONTE: DIARIO DO NORDESTE

Como o Ceará virou triste exemplo do domínio territorial do Comando Vermelho

 Espalhar tentáculos por vastos territórios e impor uma cartilha própria, em escancarada afronta às autoridades e à lei, sempre foi um dos princípios fundamentais do Comando Vermelho (CV). 
Gestada dentro do presídio da Ilha Grande, no litoral fluminense, no final dos anos 1970, a facção aos poucos variou o leque de atividades para muito além do tráfico de drogas e extrapola as fronteira dos morros cariocas, seu laboratório de origem, em velocidade espantosa.

A tática é subjugar a população das áreas sob seu domínio, à base do medo, enfrentando a polícia e, não raro, em conivência com o poder público. Assim, a quadrilha que mais cresce no país já mantém células em 24 estados, sempre de olho no fluxo de caixa e em pontos que sirvam para o escoamento de entorpecente Foi essa conjunção que levou o grupo a fincar profundas raízes no Ceará, onde já se esparramou por praticamente todo o estado — fenômeno jamais observado nessa proporção em outro canto,  nem mesmo no Rio de Janeiro. 

Leia mais em: https://veja.abril.com.br/brasil/como-o-ceara-virou-triste-exemplo-do-dominio-territorial-do-comando-vermelho/



R$ 4 mil e um carro para não ser preso: Justiça condena PMs por extorsão e receptação no Ceará


 

A Justiça Militar do Ceará condenou dois policiais militares e absolveu um terceiro agente acusados pelos crimes de extorsão e receptação. Os denunciados teriam exigido R$ 4 mil e um veículo HB20 de uma vítima em troca de não a prenderem em flagrante por estar tentando comercializar um veículo de placa clonada e com queixa de furto.

O segundo sargento Paulo Rogério Bezerra do Nascimento e o primeiro sargento Ronaldo Gomes da Silva foram condenados a sete anos e quatro meses de prisão, cada, e devem perder suas graduações dentro da Corporação. Ainda conforme a decisão proferida na Auditoria Militar do Ceará foi julgada improcedente a denúncia com relação ao acusado Francisco Erivaldo de Oliveira Vieira, o 'subtenente Vieira' , agora absolvido.

Paulo Rogério e Ronaldo Gomes são donos de extensas fichas criminais, incluindo condenações anteriores também por extorsão. 

O trio foi alvo de operação deflagrada pelo Ministério Público do Ceará (MPCE) após o órgão obter diálogos por meio de interceptação telefônica autorizada pela Justiça. Os promotores apontaram que os acusados constrangeram a vítima "mediante grave ameaça, sob o argumento de que a levariam presa, com objetivo de obter para si e para seus comparsas indevida vantagem econômica, subtraindo, ao final, um veículo, além de determinada quantia em dinheiro".

 

Fonte: Diário do Nordeste 

Casal é executado a tiros enquanto trabalhavam vendendo lanches em Fortaleza


 Um casal foi assassinado a tiros enquanto trabalhava em um trailer de comida, vendendo lanches no bairro Novo Mondubim, em Fortaleza. O crime aconteceu na noite dessa sexta-feira (28).

Populares afirmam que as vítimas de 48 e 46 anos eram conhecidas na região como pessoas tranquilas. Por trás do duplo homicídio estaria uma discussão entre um cliente e os comerciantes, havendo também informações de cobrança de propina por parte de facção criminosa e como eles teriam se recusado a pagar foram mortos a polícia iniciou investigações para esclarecer o real motivo desta barbárie.

Há informações de que um cliente que comprava comida no local discutiu com as vítimas, saiu de lá e voltou armado, já disparando contra o casal. Nenhum suspeito foi preso até a publicação desta matéria.

Homicídio, fraude processual e destruição de cadáver: MP denuncia casal por morte de PM carbonizado


 Polícia acredita que casal premeditou o assassinato do soldado Raphael Sampaio. Ele mantinha um relacionamento extraconjugal com Júlia, PM que está presa pelo crime.


O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) denunciou à Justiça nesta sexta-feira (28) a policial militar Júlia Natália Girão Gomes e o marido dela, Antoneudo Ribeiro Lima Júnior, pela morte do soldado da Polícia Militar Raphael Sampaio da Silva. O casal já havia sido indiciado pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) por homicídio qualificado no caso, que ganhou repercussão após o policial ser encontrado morto e ter o corpo carbonizado na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

Além de homicídio qualificado, o MP do Ceará adicionou na denúncia os crimes de destruição de cadáver e fraude processual, que não constavam no indiciamento da PCCE. 

A denúncia foi enviada ao Poder Judiciário após análise do inquérito policial encaminhado pela Delegacia de Homicídios contra Agentes de Segurança Pública. 

Com o recebimento da denúncia, caberá agora à Justiça decidir se transforma os dois denunciados em réus e dá início à fase de instrução processual. Em nota, o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) afirmou que a denúncia "será analisada pelo Poder Judiciário".

ATUALIZAÇÃO às 15h39]

O MP sustenta "que o homicídio foi cometido por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, qualificadoras previstas no artigo 121 do Código Penal. Segundo a denúncia, o crime foi premeditado e executado com divisão de tarefas entre os dois envolvidos. As investigações apontam ainda que os acusados teriam simulado o sequestro da policial militar para criar uma versão falsa dos fatos e afastar suspeitas. Registros de câmeras de vídeo monitoramento, laudos periciais e outros elementos colhidos durante a apuração revelam inconsistências na narrativa apresentada pelo casal. Para o MP, a suposta encenação tinha o objetivo de ocultar a autoria do homicídio e dificultar as investigações".

Crime premeditado 

Segundo as investigações, o crime pode ter sido premeditado pelo casal. Conforme a apuração policial, Júlia teria pago R$ 50 a um colega de Corporação para trocar de plantão e trabalhar na data do crime. Após o expediente, ela pediu carona ao soldado Raphael Sampaio. Os dois seguiram até uma rua no bairro Jangurussu, em Fortaleza, onde a policial morava com o marido.

A investigação aponta que os disparos que mataram o PM ocorreram a cerca de 30 metros da residência do casal. Imagens e outros elementos reunidos durante o inquérito indicam que um segundo veículo se aproximou do carro da vítima momentos antes dos tiros. A Polícia Civil sustenta que esse automóvel pertencia a Antoneudo Ribeiro Lima Júnior.

Ainda de acordo com os investigadores, após o homicídio, o corpo de Raphael foi levado para Itaitinga, onde o veículo dele foi incendiado. Laudos periciais também apontaram que Antoneudo apresentava lesão compatível com queimadura de segundo grau, fato considerado relevante para o andamento das apurações.

Soldado teve liberdade negada

A Justiça do Ceará negou na última terça-feira (25) o pedido de habeas corpus em favor da soldado Júlia Natália, e ela permaneceu presa. A defesa da policial também havia representado pela substituição da prisão preventiva por domiciliar, mas a possibilidade também foi negada pela desembargadora Andréa Mendes Bezerra Delfino, relatora do caso e integrante da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE). 

A liminar foi negada, mas o mérito do habeas corpus ainda será julgado pelo Colegiado da Câmara. Segundo a decisão, o inquérito da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) trouxe mais elementos contra Júlia, como a insistência da troca do plantão por R$ 50, e os indícios de mentiras em interrogatório, além da gravidade do crime. 

"Considerando que a paciente é investigada pelo crime de homicídio (...) não há manifesta ilegalidade pela não substituição da prisão preventiva por domiciliar", destacou trecho do documento judicial ao qual o Diário do Nordeste obteve acesso. 

Os depoimentos colhidos durante a investigação indicam que Raphael e Júlia mantinham um relacionamento extraconjugal. A Polícia Civil apontou indícios de que o crime teria sido motivado por ciúme, possessividade e sentimento de retaliação.


Fonte: Diario do nordeste

Justiça nega liberdade a policial presa por morte de PM carbonizado no Ceará


A Justiça do Ceará negou nesta terça-feira (25) o pedido de habeas corpus em favor da soldado Júlia Natália Girão Gomes, indiciada por participação na morte do PM Raphael Sampaio da Silva, e ela deve permanecer presa. A defesa da policial também havia representado pela substituição da prisão preventiva por domiciliar, mas a possibilidade também foi negada pela desembargadora Andréa Mendes Bezerra Delfino, relatora do caso e integrante da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE). 

A liminar foi negada, mas o mérito do habeas corpus ainda será julgado pelo Colegiado da Câmara. Segundo a decisão, o inquérito da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) trouxe mais elementos contra Júlia, como a insistência da troca do plantão por R$ 50, e os indícios de mentiras em interrogatório, além da gravidade do crime

"Considerando que a paciente é investigada pelo crime de homicídio (...) não há manifesta ilegalidade pela não substituição da prisão preventiva por domiciliar", destacou trecho do documento judicial ao qual o Diário do Nordeste obteve acesso.  

Um dos argumentos da defesa para o habeas corpus é que Júlia é mãe de uma criança de quatro anos, mas a desembargadora responsável pela análise do caso pontuou que o Código de Processo Penal não considera esse fator quando o crime pelo qual a pessoa é acusada envolve violência ou grave ameaça. 

O fato de Júlia ser policial militar também influenciou na decisão, pois ela era para exercer uma função de preservação da ordem pública: "O modus operandi mostra-se ainda mais reprovável em razão da condição pessoal da própria autuada, que ostenta a condição de policial militar". 

Nesse contexto, os elementos probatórios reunidos até o momento apontam para um modus operandi dotado de acentuada gravidade concreta, que não se limitou à subtração da vida da vítima, mas envolveu, segundo os indícios colhidos, a destruição do cadáver e a aparente criação de circunstâncias artificiais destinadas a afastar suspeitas sobre os envolvidos, inclusive a simulação de restrição da liberdade da própria paciente.
TJCE

Troca de plantão no dia da morte 

Júlia pagou R$ 50 a um colega para trocar o plantão e estar presente com o PM na noite em que ele foi vítima do crime. A investigação ainda descobriu que os disparos contra o soldado Raphael ocorreram a cerca de 30 metros da residência de Júlia e do marido dela, Antoneudo Ribeiro Lima Júnior, também indiciado pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE). 

A testemunha que vendeu a vaga no plantão teria informado que Júlia não tinha o hábito de pagar por permutas, mas insistiu incisivamente para trabalhar naquela data, em 11 de agosto. Horas após o fim do serviço, Raphael foi atraído para a morte. A Polícia acredita que o casal premeditou a morte. 

Os disparos contra o PM teriam ocorrido por volta das 03h06 da madrugada de 11 de agosto. Ele estava em seu carro com Júlia, que teria pedido uma carona após o expediente. Na região da Grande Messejana, um veículo de Antoneudo aproximou-se e interceptou o policial.