Brasil: 481 Policiais mortos em serviço ou em decorrência da profissão



A Ordem dos Policiais do Brasil (OPB) é a única a realizar o triste e árduo trabalho de contabilizar as mortes entre os profissionais de segurança. E infelizmente, os números só crescem. Até o mês de agosto deste ano, foram contabilizados 439 mortos. No ano passado, nesse mesmo período, foram 324 o que significa um aumento de 115 heróis.

Os policiais militares são os que mais morrem, foram 293. Seguidos de policiais civis com 61 e agentes penitenciários com 37. O Rio de Janeiro é o campeão com 117 mortes, 41 em São Paulo e 36 no Pará.

O presidente da OPB, Frederico França, está preocupado com a situação. O quadro é alarmante. Entre os dez primeiros lugares, cinco são estados do Norte/Nordeste.

Começando pelo Pará com 36 mortes, Ceará com 34, Bahia com 33, Pernambuco com 20 e Rio Grande do Norte com 18. Já Alagoas que durante anos estava dentre os mais violentos, agora consta em 24º com a redução de dez mortos.

CONFIRA NO MORTOMETRO

481 POLICIAIS MORTOS NO BRASIL ATÉ 13/10/2017

Soldado da PM Cearense recebe salário de 400,00 reais mensais


Reforço de ajuda ao policial militar SD Almeida lotado na Companhia de Tianguá.

 O mesmo a um tempo atrás encontrava-se de LTS licença para tratamento de saúde. E na época ficou agregado (afastado) e recebendo o seu salário proporcional. Mas agora voltou  à atividade da PMCE,  trabalhando  normalmente  e ainda está recebendo do Estado proporcionalmente  seus vencimentos que é de 400 reais  por mês.


A situação agora está na PGE para regularizar e depois segue para Seplag.


Alguém tem contato nestes dois órgãos para ajudar nosso amigo?


Agradeço.

INSEGURANÇA PÚBLICA PREOCUPA POPULAÇÃO SOBRALENSE




INSEGURANÇA PÚBLICA PREOCUPA OS SOBRALENSES

Sobral tem um policial militar para cada 2.900 habitantes. A ONU (Organização das Nações Unidas) recomenda um policial para cada 450 habitantes. População fecha estrada pedindo policiamento.

Um dos municípios mais ricos e promissores do Ceará, localizado à 230 km de Fortaleza, no Norte do Ceará, está perdendo a guerra contra a violência. Hoje com 205 mil habitantes, a cidade que deveria ter um efetivo policial de 455 homens, não passa de 70. Com apenas quatro viaturas e duas equipes do RAIO, cerca de 23 policiais militares colocam a vida em risco para garantir a segurança dos moradores de aproximadamente 60 bairros, além dos distritos. 

Na última quarta-feira 11, moradores dos distritos de Taperuaba, Aracatiaçu e Caracará, distante 65 km de Sobral, bloquearam a CE 362, por mais de 1 hora, em protesto contra a falta de policiamento efetivo e a violência. Segundo os moradores, uma viatura com dois policiais faz o policiamento em seis localidades daquela região onde moram cerca de 18 mil pessoas. 

Além do número reduzido de policiais, o desvio de efetivo para outras atribuições ligadas a prefeitura municipal, reduz a eficácia da polícia, compromete a confiança do cidadão e o Estado deixa de garantir a ordem pública e os direitos da população à justiça e segurança pública.









Facções confiscam casas e expulsam moradores nos bairros de Fortaleza




O assassinato com requintes de crueldade do comerciante Manoel Pedro Birino, 59, no Grande Jangurussu, teria sido motivado pelo interesse de integrantes de uma facção criminosa em uma vila de 12 casas que seu Birino possuía na comunidade Unidos Venceremos. A intimidação de pessoas ou de famílias expulsas dos lares por traficantes tem sido uma escrita no cenário da insegurança pública na periferia de Fortaleza. No quarto dia da série de reportagem iniciada no último domingo 8, O POVO conta hoje alguns desses dramas,. A série discute o terror implantado pelas facções nos bairros da capital cearense.

No dia 19 de maio deste ano, Manoel Birino tinha saído de casa para cuidar dos negócios e só reapareceria, sem vida, três dias depois. Não fossem os boatos sobre o assassinato e o desespero da mulher dele, Maria Agoreth Rocha, um amigo da família e a enteada de Birino não teriam ido ao necrotério da Polícia Forense do Ceará (Pefoce) reconhecer o corpo de um homem carbonizado, que havia sido encontrado por policiais em um barraco no sopé do antigo aterro do Jangurussu, na Regional 6.

Era Manoel Birino. Para o delegado Osmar Berto Torres, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), mais um assassinato ligado à disputa entre facções criminosas pelo território e o controle do tráfico de drogas numa das áreas mais vulneráveis para se existir em Fortaleza. “Nessa região (Grande Jangurussu), os homicídios com esse perfil não são poucos”, disse sem cravar números.

“Cidadão de bem”, segundo Osmar Berto, sem antecedentes criminais e nenhuma ligação com as quadrilhas da área, a morte de Birino não aconteceu no contexto da rivalidade em que os inimigos vão se eliminado. Mas na imposição do “poder paralelo” no bairro. “É certo que foi praticado por traficantes de uma das facções, estamos investigando a motivação do crime”, observou o delegado que prendeu um suspeito de participar da execução.

Uma fonte, ouvida pelo O POVO, que não será identificada por questões de segurança, aponta o interesse dos bandidos da facção criminosa pelas casas do comerciante. Além disso, eles estariam desconfiando que a vítima seria informante da Polícia. “Depois que mataram seu Birino, expulsaram todas as famílias que moravam na

vila dele”, afirmou.

De acordo com a fonte, fora a expulsão dos inquilinos de Manoel Birino, pelo menos 25 famílias teriam sido enxotadas da comunidade Unidos Venceremos. Gente que teria chegado na época da ocupação, há 20 anos. “Aqui está um inferno. Tem gente doente dos nervos, tem gente que está endoidando, tem pessoa que não sai mais na calçada, tem gente que fica trancada 24 horas, tem gente que perdeu trabalho, tem criança que não vai mais pra escola”, desabafou.

Segundo a fonte, os moradores da comunidade Unidos Venceremos se chocaram com a notícia do desaparecimento e posterior morte de Manoel Birino. Mais ainda, porque as histórias sobre o que estava acontecendo teriam circulado pelas ruas mal cuidadas da antiga ocupação. “Pirangueiro fala muito na esquina, quer mostrar marra, botar medo. Muita coisa é mentira, outras não”, explicou.
A vítima, conta a fonte, teria passado três dias encarcerada em um barraco próximo à rampa desativada do Jangurussu. Entre as sessões de tortura, os criminosos teriam conseguido a senha do comerciante para saques bancários. “Peça à Polícia pra olhar o histórico do cartão do banco desse senhor. A moto dele circulou por aqui e pela Babilônia (ocupação próxima à Unidos Venceremos) e não era o seu Birino”, deu a pista.


FONTE: O POVO ONLINE







Facções usam de crueldade para impor força e domínio em Fortaleza


Pelo menos 13 corpos carbonizados, dez decapitados e outros 14 com sinais de tortura foram achados em Fortaleza e Região Metropolitana desde o início do ano. Os casos redefinem a escala de violência adotada pelo crime organizado no Estado. Além da eliminação de inimigos, a crueldade se torna peça de propaganda das facções. Criminosos querem espalhar o medo e mostrar força em áreas desassistidas pelos governos. Para as organizações, matar não é mais suficiente: é preciso fazer sofrer e aterrorizar.

Para secretário, enfrentamento de facções não depende só do Ceará
Barra do Ceará, Pirambu, Lagamar, Jangurussu, Siqueira, Granja Lisboa, Bela Vista, José Walter e Planalto Pici acumulam os casos mais bárbaros. As regiões se destacam também pelo alto número de homicídios, além de serem consideradas reduto de facções. No modus operandi das organizações, decapitar e carbonizar são o último golpe. Antes, os executores torturam com esquartejamento e espancamento. Há casos ainda em que as vítimas têm cabelos raspados e corpos pichados.

Conforme Cláudio Justa, presidente do Conselho Penitenciário do Ceará (Copen), as ações são cruéis para servir de exemplo àqueles que questionam o poder das facções nas comunidades. Já para os inimigos, é demonstração de força. “Como esse poder não é institucionalizado, ele tem que ser imposto com crueza. Assim, as facções demarcam que aquela comunidade deve se submeter às ordens dessas lideranças”, explicou. Com a população assustada, e sem a presença permanente de forças da segurança pública para se opor às organizações, os criminosos sinalizam que a lei do tráfico é na área.

De acordo com Leonardo Sá, sociólogo e pesquisador do Laboratório de Estudos da Violência (LEV), da Universidade Federal do Ceará (UFC), fatores como o mercado ilegal de armas e drogas, além da falta de continuidade nas investigações da Polícia Civil contribuem para o aumento dos crimes violentos. Para ele, o principal problema desse novo modo de operar dos criminosos é a naturalização de níveis mais cruéis da violência pela população. “Se os bandidos são brutais, os policiais devem ser brutais. Esse raciocínio é um erro. E mostra também a fraqueza do governo. Governo forte não é o que age com brutalidade para combater a brutalidade”, criticou.

Guerra

Para os pesquisadores, o medo imposto pelas facções cria a lógica da guerra. “E quando a Polícia também usa o jogo da guerra, entrando nesse jogo, os resultados tendem a ser catastróficos. O Estado deixa de ser voltado para a paz. Perde sua função”, comentou Sá.

Para o presidente do Copen, essa mudança de postura já ocorreu no Ceará. Ele citou indícios como o aparelhamento das ações ostensivas, a expansão do Raio e a criação de forças especiais da Segurança Pública. “A Polícia tenta desconstruir o poder das facções dizendo que é maior e mais bem treinada. No fundo, é uma guerra. E os criminosos respondem demonstrando que são experts em violência. Se é guerra, a deles é essa: com decapitação, carbonização e tortura”, afirmou Justa.

Ceará: Violência no fim de semana deixa 63 pessoas assassinadas

A violência deixou 21 corpos nas vias públicas da Grande Fortaleza nas últimas 72 horas

Cascavel

Em mais um fim de semana sangrento, ao  menos, 63 pessoas foram assassinadas no Ceará.  Com isso, no acumulado do ano, já são 3.848 homicídios no estado.   A Capital cearense foi palco de 21 homicídios entre a última sexta-feira (6) e a noite do domingo (8). No Interior, foram 30 casos e na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) mais 12 pessoas foram mortas.
Em Fortaleza, os 21 assassinatos ocorreram nos seguintes bairros:  Bom Jardim (uma chacina com quatro mortos), Ancuri (três crimes, entre eles um duplo homicídio), Autran Nunes, Granja Portugal, Benfica, Sabiaguaba, Farias Brito, Bonsucesso, Parque Manibura, Aerolândia, Pici, José Walter, Mondubim, Siqueira, Praia de Iracema e Mucuripe.
Na Região Metropolitana (RMF), foram 12 casos nos seguintes Municípios: Horizonte (três casos), Maranguape (dois crimes), Cascavel, Caucaia, Aquiraz, Eusébio, Maracanaú, Itaitinga e Pacajus.
Violência no Sertão
No Interior Norte, a Polícia fez o registro de 13 casos de homicídios nos seguintes Municípios: Coreaú (dois crimes), Sobral (2), Croatá, Trairi, São Luís do Curu, Boa Viagem, Cruz, Paraipaba, Moraújo, Ipu e Baturité.
No Interior Sul, foram 17 homicídios nos Municípios a seguir: Juazeiro do Norte (duplo), Crato (dois casos), Limoeiro do Norte (dois crimes), Milagres, Crateús, Ibicuitinga, Acopiara, Beberibe, Quixeramobim, Iguatu, Morada Nova, Icó (caso de morte por intervenção policial), Quiterianópolis e Tauá.
Veja o número de homicídios no fim de semana por região:
Fortaleza .................................................. 21
Região Metropolitana/RMF .......................... 12
Interior Norte ........................................... 13
Interior Sul .............................................. 17
TOTAL ..................................................... 63

AS INFORMAÇÕES SÃO DO BLOG DO FERNANDO RIBEIRO

Chacina deixa 4 mortos no bairro Bom Jardim em Fortaleza





Quatro pessoas foram encontradas mortas dentro de uma casa na Rua Aguapé Verde, no Grande Bom Jardim, em Fortaleza. As vítimas apresentavam ferimentos na cabeça causados por tiros de pistola. A Polícia atribuiu a chacina a disputa entre facções criminosas rivais. Os responsáveis pelas execuções não foram identificados até a publicação dessa matéria.

O caso ocorreu no começo da tarde deste domingo. De acordo com a Polícia, os jovens, com idades entre 14 e 20 anos, estavam sentados defronte a casa onde foram mortos. Uma morador afirmou que estava dentro da casa dela quando ouviu uma sequência de tiros. Ao sair, soube que os rapazes haviam sido mortos.

As vítimas foram identificadas como Rafael Bezerra de Oliveira, 17; Adriano dos Santos Moreira, 20; Francisco José Araújo da Silva, 18; e Luiz Carlos de Oliveira, de apenas 14 anos.Não há informações se eles respondem a procedimentos na Justiça.

Fortaleza: PMs são atacados quando se deslocavam para o serviço


Resultado de imagem para giroflex

Mais um ataque aos profissionais de segurança pública. Estamos vivendo dias difíceis para quem foi contratado para manter o Estado com a paz e a ordem.
Polícias militares estavam se deslocando por volta das 04:00 horas da matina quando foram atacados por assaltantes, local da ocorrência foi Via Expressa com Rua Tertuliano Potiguar.

Pedimos encarecidamente que os gestores possam rever um melhor horário para que os trabalhadores da segurança pública possam entrar de serviço.

Agradeçamos a compreensão do Comando Geral da instituição.

Morre Coronel PM CE Rômulo Tavares

Aracatipolicia24

   

NOTA DE FALECIMENTO.

Quixadá-ce:

Morre Coronel Rômulo Tavares, ex-comandante do 9º Batalhão da Polícia Militar

Faleceu na noite desta terça-feira (26) o ex-comandante do 9º Batalhão da Polícia Militar do Ceará, sediado em Quixadá, Coronel Humberto Rômulo Tavares, 59 anos.

O militar estava internado no Hospital Antônio Prudente, em Fortaleza. De acordo com as primeiras informações Cel. Rômulo Tavares estava internado na Unidade de Tratamento Intensivo, além disso respirava com ajuda de aparelhos, e faleceu devido a uma infecção pulmonar.

No último dia 17 de setembro a família postou uma mensagem em uma rede social informando da gravidade do estado de saúde do militar. “Nesses últimos dias ele estava muito debilitado e como muitos aqui sabem ele tem problemas cardíacos e respiratórios e de uns dias pra cá esses problemas se agravaram e ele foi internado ontem no Eudásio Barroso e logo em seguida transferido para Fortaleza. Seu estado requer muitos cuidados pois ele sofreu um infarto e está com pneumonia. Unamos em oração” dizia a postagem.

Coronel Rômulo Tavares foi, também, superintendente do Departamento Municipal de Trânsito da prefeitura de Quixadá em 2011, e tinha acabado de lançar um livro

Descanse em Paz Comandante


Ceará lidera nº de mortes violentas em levantamento do G1 nos 27 estados do Brasil

No período de 21 a 27 de agosto deste ano, ocorreram 128 assassinatos no Ceará, quase uma morte por hora.


Resultado de imagem para tiro
Levantamento realizado pelo G1 mostrou que em uma semana – de 21 a 27 de agosto – o Ceará registrou 128 assassinatos, quase uma morte violenta por hora. A estatística coloca o estado como o recordista - em números absolutos - entre todos os 27 estados da federação que figuram no estudo. Em todo o país, foram 1.195 pessoas mortas em 546 cidades - quase 10% do total de municípios brasileiros.
PÁGINA ESPECIAL: quem são as vítimas
Como o Ceará, mais de 45 cidades registraram índice superior a 10 mortes a cada 100 mil habitantes – índice considerado extremamente alto se for levado em conta o período de apenas sete dias analisados (já que a taxa é usada como parâmetro anual). Para fazer o levantamento, o G1 CEacessou as estatísticas da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).
Os números integram um levantamento nacional feito pelo G1, que é o ponto de partida de uma parceria com o Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP e com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O projeto tem um nome: Monitor da Violência. Com uma série de iniciativas que envolvem reportagem e análise de dados, o projeto vai fazer o acompanhamento desses e de outros casos de violência no país.

Facções

De acordo Bruno Paes Manso, jornalista e pesquisador do NEV, dois grandes grupos de estados estão enfrentando os maiores problemas com a violência no Brasil este ano: aqueles onde aumentaram os conflitos entre facções rivais, principalmente depois das rebeliões nos presídios no começo do ano, como Rio Grande do Norte, Amazonas e Ceará; e os estados que viram suas políticas de segurança bem-sucedidas serem desmontadas, casos do Rio de Janeiro, Pernambuco e Espírito Santo.
Segundo o pesquisador, apesar dos momentos de tensão no sistema penitenciário no começo do ano, o Ceará não foi palco de massacres nas prisões. Em compensação, a rivalidade entre os grupos organizados nas prisões têm contribuído para diversos conflitos nos bairros e cidades do Estado.
“Os embates estão concentrados principalmente entre a quadrilha local, os Guardiões do Estado, aliados do Primeiro Comando da Capital, e o Comando Vermelho, que atua em parceria com a Família do Norte. Os desafios entre as gangues e os conflitos são cantados e narrados em vídeos e proibidões na internet, que se espalham em pelo menos 20 páginas do Facebook”, diz.

Premeditação

Por que tanta gente se mata? Quais são as razões desses assassinos? Apesar da imensa variedade de motivos por trás de cada uma das mortes, o que mais chama a atenção é a grande quantidade de casos com características de execução, alerta o pesquisador.
Na manhã de sábado do dia 27, no município de Caucaia, na Grande Fortaleza, Daniel Silva de Abreu chegou de moto para matar Francisco Breno Araújo Barbosa e Marcelo Moura Vieira, de 16 anos, perto da linha do trem. Horas depois, ele foi preso, com uma pistola e munições. Na delegacia de Caucaia, ele afirmou aos policiais que matou os dois porque vinha sendo ameaçado. Segundo o assassino, ele praticou o homicídio “antes que pudesse sofrer algum atentado”.
Segundo o pesquisador, esse procedimento significa que boa parte dos autores não age por impulso, nem por loucura, nem porque estava bêbado ou sob efeito de drogas. Eles matam e sabem o que fazem, tiveram tempo para pensar e calcular antes de executar a vítima. Naquelas circunstâncias em que agiram, enxergavam o assassinato como um instrumento para resolver seus conflitos. Acreditavam que o homicídio era a melhor solução para seus problemas.
Casos nebulosos como o assassinato de Bruno dos Santos Morais, de 24 anos - que foi perseguido por homens que estavam em um Gol, antes de ser executado com tiros nas costas e morrer no meio da rua - na maioria das vezes, ficam esquecidos.

Banalização

Em pouco mais de uma hora, dois homicídios no mesmo bairro no município do Crato, sul do estado. No dia 26, uma mulher morreu com um golpe de faca após discussão com a vizinha. De acordo com a Polícia Militar, Maria Eliana da Silva Sousa, de 41 anos, teve a morte confirmada cerca de uma hora após o entregador de pizza Paulo Ricardo da Silva Roque, de 24 anos, ser assassinado com golpes de facas enquanto fazia a entrega de uma encomenda. Paulo Ricardo sofreu pelo menos sete golpes de faca em várias partes do corpo e foi encontrado sem vida.

Feminicídio

Apesar de os homens serem maioria entre as vítimas, o número de mulheres assassinadas – especialmente pelos companheiros ou ex-companheiros – também chama a atenção. É um dado que só cresce. Ainda assim, poucos casos são classificados como feminicídios, o que denota uma subnotificação nos registros deste tipo de crime.
Patrícia Ferreira da Silva, morta a tiros em Icó pelo ex-companheiro, que dizia não ter “superado” a separação. Sancionada há pouco mais de dois anos, a Lei do Feminicídio aumenta a pena para assassinatos contra mulheres cometidos em razão do gênero. Mas ainda é pouco aplicada.

FONTE: G1

PMs do Ceará querem que fundo de defesa social FDS seja usado em prol da categoria de militares estaduais


FUNDO DE DEFESA SOCIAL PRECISA SER REVERTIDO EM PROL DOS MILITARES ESTADUAIS!

No dia 22 de agosto de 2016, em pronunciamento na Câmara dos Deputados, em Brasília, o deputado federal Cabo Sabino (PR), denunciou o desvio na destinação de verbas do Fundo de Defesa Social (FDS). O dinheiro é fruto de desconto nos salários de policiais militares. Mas, ao invés de beneficiar a categoria, vem sendo utilizado para custear obrigações que são do Estado, como reforma de presídios, compra de colchões para presos, tornozeleiras eletrônicas e projetos de ressocialização de criminosos.

Após Capitão Wagner, Cabo Sabino e o Soldado Noelio juntamente com as associações representativas denunciarem esse tipo de ação errônea do Governo do Estado, eles anunciam, somente agora, a liberação de R$ 150 mil do Fundo de Defesa Social do Estado do Ceará (FDS), para a compra de próteses destinadas a quatro policiais que perderam algum membro ou parte dele. E isso só aconteceu por causa da comoção social dentro e fora dos quarteis em relação ao Soldado Douglas, que em confronto com marginais, teve que amputar uma perna.

O Fundo de Defesa Social existe desde 23 de julho de 2004, imagine então, você, policial militar, quanto o Governo do Estado já gastou do seu dinheiro com o sistema de justiça, especificamente com os presos oriundos do Sistema Penitenciário, enquanto nós, contribuintes, somos postergados de todas as formas. Como pode o policial militar ajudar com o fundo e não existir o benefício quando há necessidade por parte desse profissional?

O Governo além de não fazer essa devolução em assistência aos policiais militares, quando o faz, promove em uma ação de marketing, indo à imprensa e divulgando como se fosse algo “bondoso” para a categoria.



#APS4anos, #APSLuta, #FDSéparaosmilitares, #APSSomosTodosNós

FONTE: APS

Sargento da PM Cearense pede ajuda via redes sociais




Venho por meio deste, solicitar o apoio de todos amigos e irmãos de farda para me ajudarem com sua solidariedade para com sargento Siqueira que amputou a perna e precisa ir a Fortaleza e  não disponho de condições financeiras  fiz empréstimos para ir duas vezes agora não posso mais,desde já  fico grato a todos que puderem contribuir, agência 0634-3, conta corrente 10222-9 Francisco Carlos Siqueira, terei que ester em FORTALEZA dia 2 de outubro.

Pec 14 que trata da criação da polícia penal é aprovada pelo senado

  

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/2016 ainda será discutida em três sessões da Casa Parlamentar e, somente após esse debate, haverá a votação em segundo turno. Após as discussões o projeto seguirá à Câmara dos Deputados. Com a decisão dos senadores, a tropa penitenciária passará a ser reconhecida como carreira policial.




Continue lendo: http://sindaspce.org.br/noticias-do-sindicato/sindaspce-comemora-aprovacao-da-pec-14




#SindaspCe #PolíciaPenal




Morre Sargento da PMCE, que estava internado




Lamentamos mais uma vez a morte de um policial. O Sargento Luciano Félix da Silva, 55 anos, que faleceu em um hospital de Fortaleza na noite desta quinta-feira (14/09), após ser internado na madrugada de 02 de agosto, ao ser atacado por assaltantes, sofrendo várias pauladas na cabeça, na Rua Capitão Aragão, no Bairro Alto da Balança.

O Sargento Félix teve sua casa invadida e sua vida ceifada. Não verá mais o filho, amigos, não será mais um guardião da sociedade. Ficará apenas a lembrança daqueles que o conheceram e o amam. Fica a motivação para não nos rendermos e fortalecer o nosso lado. Estamos do lado do bem e o mal não pode prevalecer.




#LutoPMCE #Luto

CE: Via rede social amigos pedem ajuda para PM que foi baleado de serviço




SOLIDARIEDADE: Pedimos aos amigos que colaborem com qualquer valor a fim de que possamos comprar uma prótese para o nosso " amigo " policial ( Douglas Motta ) que infelizmente apesar de vários esforços terá sua perna amputada. Força Amigo ! " DEUS " já mais o abandonará.
Dados Bancários para doação

BRADESCO

Agência: 0719

Conta: 0007592-2

Marcio Douglas Melo Mota*

Desde já agradecemos sua solidariedade*

PMCE

Sargento PM é assassinado durante tentativa de assalto em Fortaleza



PM da Reserva é morto em assalto

O policial reagiu a uma ação criminosa no bairro Montese. Um suspeito também foi encontrado morto

Um policial militar da Reserva Remunerada foi assassinado em uma troca de tiros motivada por uma tentativa de assalto, em um estabelecimento na Rua Almirante Rubim, no bairro Montese, em Fortaleza, na noite de ontem. Um suspeito foi encontrado morto próximo ao local.

Segundo o supervisor do Comando de Policiamento da Capital (CPC), capitão Alano Timbó, dois suspeitos chegaram ao estabelecimento e anunciaram o assalto, por volta de 19h. O PM, que se encontrava no local, reagiu, foi baleado e morreu no local. O militar não foi identificado pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).
Conforme a Pasta, equipes da Polícia Militar foram acionadas para a ocorrência e conseguiram prender um suspeito - que também não teve a identidade divulgada - no local e apreenderam uma arma de fogo.
Na sequência das diligências policiais, um homem foi encontrado morto nas proximidades do estabelecimento onde houve a troca de tiros e existe a suspeita que ele seja o outro participante da tentativa de assalto, segundo a SSPDS.
A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, e a Perícia Forense do Ceará (Pefoce) compareceram ao local para colher provas dos homicídios. A morte do PM da Reserva será investigada pela 11ª Delegacia da DHPP, responsável por apurar crimes contra agentes de segurança.

Esse é o 14º policial assassinado, no Ceará, no ano de 2017. O último crime havia vitimado o sargento Edvaldo José Santana Flexa, no dia 25 de agosto último, no bairro Guararapes, na Capital. Um suspeito foi preso.

Policial escreve carta emocionante para Jair Bolsonaro





Sonhe alto, mas sonhe com os pés no chão.

Não crie expectativas, mas crie coragem. Não se ache o melhor, mas se ache capaz. E, se alguém tentar te parar no meio do caminho, mude a direção, mas não perca a razão. Se errar, pare por um instante, respire fundo e recomece. Faça dos seus erros um motivo favorável para o seu aprendizado, e não ligue se alguém não acreditar em você. Muitos não acreditam em Deus, e ele continua fazendo milagres
Desesperado, um Policial Militar escreve carta emocionante para Jair Bolsonaro e faz um desabafo!
O desabafo desesperado de um policial militar: em 10 meses, 625 policiais foram baleados e 205 morreram. Dos atingidos, 340 estavam exercendo sua profissão. Em um período de apenas 23 dias, 267 policiais foram atingidos por tiros.
Leia a carta enviada pelo PM, que terá sua identidade preservada:
Sr. Jair Bolsonaro:

Quando jovem, vislumbrei entrar para a Polícia Militar por pensar ser uma instituição forte, respeitada na sociedade e humana. Vocação? No início, talvez até minha personalidade se identificasse com a profissão, mas no devido tempo, após tanta humilhação, decepções e discriminações por parte da sociedade e dos próprios integrantes em posições melhores, a tal vocação caiu num precipício profundo e sem volta.
Os valores da secular instituição evaporaram como mágica. Forte, não é mais. Talvez nunca fosse. Respeitada na sociedade? Nossa realidade atual já explica perfeitamente que não é.
O que existe é um medo terrível da Polícia Militar. Humana? Se nem ao menos internamente temos o tratamento digno e humanitário, o que dirá na sociedade.
Infelizmente, depende da tropa uma resposta urgente. Ou nos unimos para gritarmos juntos e lutarmos pelas nossas vidas, ou continuaremos sendo voluntários camicaze, formados para morrer.
Temos que marcar o dia do fico: fico vivo, não entro mais nos becos para morrer. Até que seja feito algo para preservar nossas vidas. Operações verdadeiras, humanas, justas e em prol da razão, não de votos.
Estou com vergonha, humilhado disso tudo. Tenho 3 anos de policia. Mais de 50 prisões nessa instituição, muito suor deixado aqui em tão pouco tempo. Mas tenho também um filho de 5 anos. Esse me espera vivo em casa, esse depende de mim, infelizmente, para não ter que virar um policial e ter que abdicar dos seus filhos como faço com ele, para ser alvo vivo de marginais formados por uma política suja, nojenta, covarde, camicaze e desleal.
Ninguém pode nos forçar a morrer pela PMERJ. Juramos sim, com o sacrifício da própria vida, mas cadê o estado que na hora do juramento nos abraçava, nos amparava, nos recebia? Esse estado não existe, o que existe é um labirinto, onde em todos os becos existem fuzis, glocks, pistolas, granadas, ponto 50,e marginais protegidos e intocáveis ,esperando a hora de deixar saudades, lágrimas e sofrimento

nos meus, nos seus, nos nossos filhos, pais, mães, esposas, esposos, familiares...

Rasgaram o sonho de centenas de nós.

Acabaram com o significado VIDA nessa PMERJ.
“Somos guerreiros! Guerreiros por resolver os problemas da sociedade, tudo que acontece e só chamar a Polícia que ela resolve, e quanto a nós? Quem resolve os nossos problemas a não ser nós mesmos?

S.O.S

Meu filho precisa de mim, e eu preciso estar vivo.

Não aguento mais rifar minha vida, esperando eu ser o proximo sorteado e ganhar uma salva mentirosa de tiros, e ouvir dizerem para meus familiares: 'perdemos um herói'.
Pra mim chega disso tudo.
Por favor, Sr Bolsonaro nos ajudem!


10 bandidos morrem em confronto com policiais paulistas


Grupo era especializado em roubos a residências. Nenhum policial ficou ferido e não há relatos de sobreviventes entre os suspeitos.

Dez criminosos foram mortos em um confronto com policiais civis na região do Morumbi, bairro nobre na Zona Sul de São Paulo, na noite deste domingo (3). Não há relatos de sobreviventes entre os suspeitos. Nenhum policial do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra), responsável pela operação, ficou ferido.
De acordo com informações da Polícia Civil, os bandidos integravam uma quadrilha especializada em roubos a residência e vinham sendo monitorados por suspeitas de atuarem na região. Eles já teriam promovido ao menos 20 assaltos do tipo e foram abordados após uma nova ação criminosa.
Nesta noite de domingo a quadrilha invadiu uma casa na Rua Puréus onde estavam quatro moradores, sendo três adultos e uma criança. Os bandidos tentavam abrir um cofre quando foram avisados por comparsas que estavam do lado de fora sobre uma movimentação suspeita perto do imóvel. Eles abortaram o roubo e saíram sem levar nada.

Confronto em rua
Na fuga, o grupo foi perseguido pelo Garra. O tiroteio aconteceu na Rua Pirapó, próximo à Praça Alfredo Volpi, por volta das 19h30, segundo moradores. Os criminosos usavam dois carros, um Hyundai Santa Fé e um Fiat Toro. Eles tinham se deslocado poucos metros, já que a tentativa de roubo foi na quadra vizinha, na Rua Puréus.
Na tentativa de escapar, o motorista que dirigia a Santa Fé colidiu com um poste. Já aquele que dirigia o Fiat Toro bateu em um carro descaracterizado da Polícia Civil. Uma caminhonete Toyota Hilux que estava estacionada na Rua Pirapó também foi atingida pela colisão e pelos disparos.
Os assaltantes estavam armados com quatro fuzis e alguns usavam coletes, segundo o relato dos investigadores. Eles tentaram resistir à ação dos policiais.
No confronto, carros das equipes do Garra, grupo de elite da Polícia Civil, foram atingidos por disparos. Cinco criminosos foram baleados dentro de um dos utilitários, enquanto outros três foram mortos dentro do segundo carro. Outros dois suspeitos tentaram fugir correndo e foram atingidos na rua, fora dos veículos.
Trabalho da perícia
No começo da madrugada de segunda, o cruzamento entre as ruas Purues e Pirapó estava fechado para o trabalho da Polícia Técnico-Científica. Peritos recolheram cápsulas que ficaram espalhadas pelo chão.
Pouco depois da meia noite, três corpos que estavam em um dos carros usados pela quadrilha já foram removidos e o veículo será guinchado e levado até a sede do Deic, na Zona Norte da cidade.
Vizinhança assustada
O tiroteio com dezenas de disparos assustou moradores do entorno. "Pareciam fogos de artifício. Achei que fosse mesmo. Minha mulher que disse que aquilo não eram fogos, não", diz um administrador de empresa que preferiu não se identificar e que mora há 30 anos na região.
"O bairro como toda a cidade está muito perigoso. Aqui fica ainda mais por ter muitas casas, mas hoje o bairro parece que vai ficar melhor, graças ao trabalho da polícia."


Facção criminosa demarca território com grafite em Fortaleza





Em vez de pichação com as siglas do grupo em muros, na comunidade Cidade Jardim foram feitas artes em grafite.
É impressionante como a facção Guardiões do Estado (GDE) cresceu na comunidade Cidade Jardim, em Fortaleza.
Em vez de pichação com as siglas do grupo em muros, na comunidade foram feitas artes em grafite. “Fica uma coisa mais bonita, não fica vandalismo, né?”, comenta um dos moradores do local. “Se outra facção entrar aqui… entra na bala”.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que direcionou rondas ostensivas, 24 horas, para a comunidade Cidade Jardim.
Além disso, as investigações estão em andamento, no intuito de capturar autores de crimes na região. O órgão disse, ainda, que não pode repassar mais detalhes, para não atrapalhar as investigações. A Secretaria ressalta que a população pode colaborar com denúncias, por meio do número 181. O sigilo é garantido.


Saiba
Em vez de pichação com as siglas do grupo em muros, na comunidade Cidade Jardim foram feitas artes em grafite.
É impressionante como a facção Guardiões do Estado (GDE) cresceu na comunidade Cidade Jardim, em Fortaleza.
Em vez de pichação com as siglas do grupo em muros, na comunidade foram feitas artes em grafite. “Fica uma coisa mais bonita, não fica vandalismo, né?”, comenta um dos moradores do local. “Se outra facção entrar aqui… entra na bala”.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que direcionou rondas ostensivas, 24 horas, para a comunidade Cidade Jardim.
Além disso, as investigações estão em andamento, no intuito de capturar autores de crimes na região. O órgão disse, ainda, que não pode repassar mais detalhes, para não atrapalhar as investigações. A Secretaria ressalta que a população pode colaborar com denúncias, por meio do número 181. O sigilo é garantido.

FONTE: TRIBUNA DO CEARÁ